Filha de João Adibe Marques, Presidente CEO do grupo cimed, se casa em São Paulo!
Para abrir o Blog dos Torres, a gente escolheu um casamento que tem tudo o que acreditamos ser inesquecível: coerência estética, emoção verdadeira e escolhas com intenção.
No sábado (07/02), Esther Marques e Adolpho Mello celebraram a união em São Paulo, num roteiro que parece escrito como filme: cerimônia na Igreja Nossa Senhora do Carmo e festa na Sala São Paulo. Dois endereços emblemáticos que, juntos, costuram tradição e contemporaneidade do jeito mais elegante possível.
Um roteiro de cidade e de conceito
Mais do que locações bonitas, Carmo + Sala São Paulo funcionam como linguagem: a igreja traz solenidade e história; a Sala, com sua imponência cultural, vira palco para uma festa com estética e presença.
A cerimônia foi conduzida pelo Padre Fábio de Melo, com cerca de 600 convidados, e um coral que elevou a atmosfera desde o início.
daqueles detalhes que não aparecem só na foto: aparecem no corpo.
A paleta que marcou: hortênsias azuis, delicadeza com presença!
Na decoração assinada por Vic Meirelles, as hortênsias azuis foram protagonistas: uma escolha delicada, sofisticada e nada óbvia, especialmente poderosa em contraste com a arquitetura clássica dos espaços.
O jantar seguiu essa mesma lógica de experiência: buffet do L’Épicerie, bolo de seis andares criado por Denilson Lima e uma mesa de doces com Petit Fleur, Pati Piva e Maria Beatriz. Um conjunto que sustenta o luxo no lugar certo: o do cuidado.
O vestido como peça histórica e como narrativa
O grande marco do dia foi o look da noiva: Esther escolheu um vestido histórico da Maison Alaïa, assinado por Pieter Mulier. E segundo a cobertura, ela se torna a primeira e única brasileira a usar um vestido de noiva criado por ele para a maison, já que o estilista se despede da Alaïa para assumir a direção criativa da Versace.
Há ainda um ponto que muda o peso dessa história: pela primeira vez, um vestido de noiva da Maison teria sido autorizado a ter registro midiático (como destacou a Vogue Noiva).
E, junto disso, vem a dimensão do feito manual: desenvolvimento ao longo de um ano, organza japonesa, mais de 430 horas de trabalho, cerca de 120 metros de tecido e uma equipe de seis artesãos em etapas específicas do processo.
O styling foi assinado por Pedro Sales, com sandálias exclusivas Alexandre Birman desenvolvidas para a noiva e joias By Gracie finalizando o conjunto com precisão.
O noivo: alfaiataria clássica, leitura contemporânea.
Adolpho apostou em um tuxedo preto double breasted, sob medida em tecido Loro Piana, com inspiração em um vintage Ralph Lauren.
finalizado com sapatilhas de veludo Purple Label. Um clássico absoluto, sem esforço e sem ruído.
A festa na Sala São Paulo
Na noite, a pista ganhou energia com apresentações de Alok, Zeeba e Flora Cruz, levando a celebração para o lugar em que tudo deixa de ser “produção” e vira memória viva.
O que fica como referência:
Esse casamento deixa uma lição bonita: o chique não está no “muito”, está no coerente.
Quando espaço, flor, moda e música falam a mesma língua, o resultado é experiência.
E é exatamente isso que faz um casamento permanecer, mesmo depois que a festa acaba.
Cerimônia: Igreja Nossa Senhora do Carmo • Festa: Sala São Paulo
Celebração: Padre Fábio de Melo
Decoração: Vic Meirelles (hortênsias azuis)
Bolo: Denilson Lima (6 andares) • Buffet: L’Épicerie
Vestido: Maison Alaïa (Pieter Mulier) • Styling: Pedro Sales
Acessórios: Alexandre Birman • By Gracie
Shows: Alok • Zeeba • Flora Cruz
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